
Foi autorizada neste domingo, (17/01) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso emergencial das vacinas de Oxford e da Coronavac contra a Covid-19. A reunião que discutiu o tema autorizou por unanimidade ambas as vacinas, durando cerca de 5 horas.
O pedido para o uso emergencial de ambas vacinas foi apresentado no dia 08 de Janeiro, e a Anvisa tinha um prazo de dez dias para dar o parecer final. A decisão sobre o uso emergencial das vacinas foi transmitida ao vivo através das redes sociais da Anvisa e também pelos diversos veículos de imprensa.
O parecer para conceder a aprovação foi baseado em análises das áreas técnicas do órgão, responsáveis pelo registro de medicamentos, bem como pela Certificação de Boas Práticas de Fabricação e também pela Farmacovigilância de medicamentos. Ao total, cerca de 50 pessoas participaram de todo este processo de autorização das vacinas.
Desta maneira, todas as áreas foram favoráveis ao uso emergencial das vacinas de Oxford e da Coronavac, mas fizeram algumas ressalvas para a necessidade de monitorar “incertezas”, dando um prazo de 24 horas para os laboratórios comunicarem a Anvisa, caso ocorram algum evento adverso durante a vacinação.
Ao anunciar a autorização, o diretor-presidente da Anvisa – Antônio Barra Torres, destacou que; “A imunidade com a vacinação leva algum tempo para se estabelecer. Portanto, mesmo vacinado, use máscara, mantenha o distanciamento social e higienize suas mãos. Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine.”
Após aprovação, estado de São Paulo aplica a 1º dose da vacina contra covid-19
Logo após a Anvisa autorizar o uso emergencial das vacinas de Oxford e da Coronavac, o governo de São Paulo aplicou a 1º dose fora dos estudos clínicos.
A dose foi aplicada na enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, que além de fazer parte do grupo de risco para doença, atua na linha de frente contra a covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
A enfermeira foi voluntária na terceira fase dos estudos clínicos da Coronavac, no entanto, ela havia recebido placebo, e por essa razão, pôde tomar desta vez a vacina real. “Falo com segurança e propriedade, não tenham medo”, afirma Mônica após receber a 1º dose.
Apenas neste domingo (17/01), o governo vacinou cerca de 112 profissionais de saúde.
Vale mencionar também que, durante a coletiva, João Doria também informou que enviará cerca de 50 mil doses para os profissionais de saúde do Amazonas na manhã desta segunda-feira (18/01).
Fonte: G1.Globo – Notícia 1 | Exame.com | G1.Globo – Notícia 2
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